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A DUPLA MOTIVAÇÃO ENTRE ÁGAMÊMNON E ZEUS NO SACRIFÍCIO DE IFIGÊNIA

Segue abaixo o meu ensaio produzido para a matéria, Mito e Engano: a Ate na Ilíada, acompanhada na pós-graduação de Letras Clássicas, na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP.
INTRODUÇÃO
No presente trabalho pretendemos analisar com brevidade o fenômeno da dupla motivação presente nas ações de Agamêmnon na tragédia de mesmo nome, primeira da trilogia da Orestéia, de Ésquilo. A passagem referente ao presságio das águias e da profecia reveladora de Calcas, em conjunto com os contornos do sacrifício de Ifigênia, tal como apresentados por Ésquilo, servirão de fundo para o estudo deste fenômeno construído na tensão entre determinação divina e autonomia das ações humanas. Agamêmnon, general do exército e sob o titulo do rei dos reis, reúne os gregos para a guerra contra Tróia. Está sob o juramento de seu cetro e deve seguir com a Justiça de Zeus pela vingança contra Páris e todo o povo de Príamo. Contudo se encontra incapaz de prosseguir, preso no porto de Áulida. Ártemis o …

Comunicado

USP - FFLCH - Prédio de Letras Clássicas e Vernáculas

Há uma nova fase para este blog, reflexo das mudanças decorridas em meu próprio desenvolvimento acadêmico e pelas perspectivas futuras. O término da graduação em direito, no CESUPA, rendeu-me a oportunidade de recomeçar. Estou em São Paulo, assistindo as aulas referentes aos estudos gregos do departamento de Letras Clássicas da FFLCH, na USP; bem como frequentando desde esta semana aulas da pós-graduação como aluna especial (não-mestrando). Abriu-se um novo mundo diante de mim, absolutamente diverso do universo acadêmico que conheci até então. É difernete estar entre pessoas cujos objetivos, em vários dos casos, é formativo - um contraste daqueles na jornada pelo diploma capaz de lhe dar uma boa vaga de concurso público (e apenas isto). O constante contato com o mundo antigo a partir da universidade tem se mostrado frutífero. Confesso que, até o momento, poucas coisas nas aulas me são novidades. Mas os véus que me separam do que ainda…